A colheita da pêra rocha na região Oeste, onde o Cadaval é um dos principais concelhos produtores, deverá arrancar apenas no final de agosto, mais tarde do que em anos anteriores. Segundo a Associação Nacional de Produtores de Pêra Rocha (ANP), a apanha começa mais cedo no Oeste Sul e vai progredindo para norte, em função das temperaturas.
A produção de 2026 é estimada em cerca de 115 mil toneladas, valor idêntico ao de 2024, desde que as condições meteorológicas se mantenham favoráveis até ao final da campanha. O setor continua a enfrentar a ameaça do fogo bacteriano, uma doença sem cura que obriga ao arranque e à queima das árvores infetadas — cerca de 350 hectares de pomar por ano, segundo a associação.
O novo secretário de Estado da Agricultura, João Moura, visitou dois pomares nos concelhos do Bombarral e do Cadaval, a convite da ANP, e reuniu com produtores, com a direção da associação e com os presidentes das duas câmaras — no caso do Cadaval, Ricardo Pinteus — para ouvir as preocupações do setor.
Com base em informação da Gazeta das Caldas.
