A gestão de tráfego na ponte da Chamusca, principal travessia do Tejo para quem sai da Golegã, mantém-se sem solução à vista. As filas no sentido Golegã/Chamusca chegam aos dois quilómetros e os tempos de espera rondam os 50 minutos, com a circulação condicionada por semáforos, piso degradado e acessos frágeis.
O condicionamento tem efeitos no dia a dia da região: trabalhadores que chegam atrasados ao emprego, transportes com atrasos e empresas com custos acrescidos. A situação passou também a ser encarada como um risco de segurança, depois de um veículo dos bombeiros em marcha de urgência ter ficado retido na ponte.
A Infraestruturas de Portugal lançou um concurso público de 1,4 milhões de euros para o estudo prévio de um futuro corredor rodoviário entre Vila Nova da Barquinha, com ligação à A23, e Almeirim, com ligação à A13, que poderá abranger a Golegã, a Chamusca, Alpiarça e Vila Nova da Barquinha. A nova ponte sobre o Tejo está prevista neste projeto, mas continua dependente de decisões que ainda não saíram do papel.
Com base em informação de O Mirante, via O Mirante.
