A candidatura dos saberes e das técnicas tradicionais de produção do queijo de São Jorge a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO deu mais um passo, com a constituição de uma estrutura técnica de acompanhamento do processo.
Esta estrutura vai integrar representantes das entidades signatárias do protocolo assinado com o Governo Regional dos Açores e especialistas em património cultural imaterial, investigação académica e no setor produtivo. Tem como missão acompanhar os trabalhos de investigação, recolha e sistematização de informação necessários à documentação e à inventariação exigidas pelo processo.
O queijo de São Jorge, com Denominação de Origem Protegida, é um dos produtos mais emblemáticos dos Açores e um pilar da economia da ilha, onde o concelho da Calheta concentra parte significativa da produção leiteira. A candidatura resulta de um protocolo que envolve o Governo Regional, os municípios da Calheta e das Velas e a Confraria do Queijo de São Jorge.
Responsáveis pela Confraria admitem que se trata de um processo exigente e prolongado, que poderá demorar cerca de dois anos até estar concluído.
Com base em informação do Portuguese Times e do Jornal Açores 9.
